Águas profundas de Poeira e Afeto
O documentário lança um olhar crítico sobre a cidade a partir da vivência de mulheres negras — quilombolas, periféricas e criativas — que compõem a Feira Colettiva Preta. Através de seus empreendimentos culturais, artísticos e de moda, elas transformam o território onde vivem, criando uma economia de resistência que une identidade, afeto e transformação social. O filme articula urbanismo, moradia e cultura com o protagonismo feminino e negro, evidenciando a urgência de políticas públicas para habitação de interesse social e cidades mais inclusivas, saudáveis e seguras. Ao acompanhar essas histórias, o documentário afirma: a cidade só será justa quando todos puderem habitá-la com dignidade.
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